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Ontem:


Desocupados:

Domingo, Outubro 30, 2005

A Incrível Jornada de Luci pelo País das Portas Amaldiçoadas e Caixas do Diabo

O bom de ter um pai bancário é só um [ave maria, deve ter mais]: ele nunca diz "estou sem dinheiro" quando se vai atrás dele no banco - atrás do dinheiro.

Então, essa semana eu fui até a Caixa e, chegando lá, tive que passar pela porta giratória com detector de metais. Eu na minha pressa rotineira [e esquecimento] quase quebrei o nariz quando a porta travou na hora em que fui passar. Voltei.

Eu sabia que celulares, sombrinhas e chaves eram detectados, mas, quando fui colocá-los na caixinha, um funcionário disse que a porta [que vi que era nova] só estava detectando metais pesados. Fui até a porta de novo e PEM! Ela travou. De novo. ¬¬ As pessoas atrás de mim querendo passar e eu voltando.

Nisso eu já tinha chamado a atenção de todos os desocupados que estavam por perto. FUI DE NOVO À CAIXINHA e estava disposta a dar um golpe de jiu-jitsu em quem tentasse me impedir! O maldito funcionário disse que a porta travou por causa da minha sombrinha [permanente na cabeça, sombrinha na bolsa] então joguei a danada caixinha adentro.

Mas, vejam bem, queridos, a porta travou de novo. Isso, exatamente. Eu já estava ficando triste. Aí sentei no chão, cruzei os braços e comecei a chorar. hihihi Brincadeirinha. O segurança do lado de dentro viu, fez alguma coisa lá e a porta destravou. Consegui entrar com meu fuzil e matei todos da agência. Fim. Brincadeirinha. Eu só matei meu pai. hihi Não, eu entrei, e, quando penso que o mico maior tinha sido tentar entrar na agência com uma sombrinha de grosso calibre, descobri que sou retardada suficiente pra não entender o mecanismo de uma caixinha.

Abaixo vocês podem observar o mecanismo da caixinha e minha desenvoltura no Paint. hehe



O esquema era simples, pra não dizer óbvio: eu só tinha que jogar a sombrinha por um lado e ir buscá-la do outro. Mas eu não contava com uma abertura no topo da caixa [em cinza], com a finalidade de confundir clientes idiotas, que se achava do lado de dentro da agência, então, ao invés de fazer o que disse acima, eu pus a mão através da abertura cinza e fui atrás da sombrinha que estava lá embaixo! De repente eu sinto meu braço esmagado e talvez preso dentro daquela caixa do demônio!

Pra não passar mais vergonha eu decidi que iria ficar por ali mesmo, com o braço dentro da caixinha, morar lá, virar parte do conjunto. Talvez ninguém fosse notar. Eu poderia dar "bom dia" e "seja bem-vindo à Caixa Enconômica" aos clientes que fossem reaver seus pertences. Sorrir pras pessoas.

Mas isso foi em questão de segundos e, quando vi, meu braço estava livre, eu estava salva. Eu não me atrevi a olhar pros lados! Tinha uma platéia me observando! Só revirei os olhos, chamei um palavrão e andei o mais rápido que pude pra perto do meu pai - que se tivesse visto a cena teria me renegado.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 2:59:23 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Outubro 30, 2005

A Incrível Jornada de Luci pelo País das Portas Amaldiçoadas e Caixas do Diabo

O bom de ter um pai bancário é só um [ave maria, deve ter mais]: ele nunca diz "estou sem dinheiro" quando se vai atrás dele no banco - atrás do dinheiro.

Então, essa semana eu fui até a Caixa e, chegando lá, tive que passar pela porta giratória com detector de metais. Eu na minha pressa rotineira [e esquecimento] quase quebrei o nariz quando a porta travou na hora em que fui passar. Voltei.

Eu sabia que celulares, sombrinhas e chaves eram detectados, mas, quando fui colocá-los na caixinha, um funcionário disse que a porta [que vi que era nova] só estava detectando metais pesados. Fui até a porta de novo e PEM! Ela travou. De novo. ¬¬ As pessoas atrás de mim querendo passar e eu voltando.

Nisso eu já tinha chamado a atenção de todos os desocupados que estavam por perto. FUI DE NOVO À CAIXINHA e estava disposta a dar um golpe de jiu-jitsu em quem tentasse me impedir! O maldito funcionário disse que a porta travou por causa da minha sombrinha [permanente na cabeça, sombrinha na bolsa] então joguei a danada caixinha adentro.

Mas, vejam bem, queridos, a porta travou de novo. Isso, exatamente. Eu já estava ficando triste. Aí sentei no chão, cruzei os braços e comecei a chorar. hihihi Brincadeirinha. O segurança do lado de dentro viu, fez alguma coisa lá e a porta destravou. Consegui entrar com meu fuzil e matei todos da agência. Fim. Brincadeirinha. Eu só matei meu pai. hihi Não, eu entrei, e, quando penso que o mico maior tinha sido tentar entrar na agência com uma sombrinha de grosso calibre, descobri que sou retardada suficiente pra não entender o mecanismo de uma caixinha.

Abaixo vocês podem observar o mecanismo da caixinha e minha desenvoltura no Paint. hehe



O esquema era simples, pra não dizer óbvio: eu só tinha que jogar a sombrinha por um lado e ir buscá-la do outro. Mas eu não contava com uma abertura no topo da caixa [em cinza], com a finalidade de confundir clientes idiotas, que se achava do lado de dentro da agência, então, ao invés de fazer o que disse acima, eu pus a mão através da abertura cinza e fui atrás da sombrinha que estava lá embaixo! De repente eu sinto meu braço esmagado e talvez preso dentro daquela caixa do demônio!

Pra não passar mais vergonha eu decidi que iria ficar por ali mesmo, com o braço dentro da caixinha, morar lá, virar parte do conjunto. Talvez ninguém fosse notar. Eu poderia dar "bom dia" e "seja bem-vindo à Caixa Enconômica" aos clientes que fossem reaver seus pertences. Sorrir pras pessoas.

Mas isso foi em questão de segundos e, quando vi, meu braço estava livre, eu estava salva. Eu não me atrevi a olhar pros lados! Tinha uma platéia me observando! Só revirei os olhos, chamei um palavrão e andei o mais rápido que pude pra perto do meu pai - que se tivesse visto a cena teria me renegado.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 2:59:23 PM

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