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Ontem:


Desocupados:

Domingo, Junho 26, 2005

A Veja serviu pra alguma coisa.

"Do fim do Renascimento ao século XVIII, o amor era tido como doença - uma infecção contraída pelos olhos, que se instalava no coração, escravizava o cérebro e poderia até levar à morte."

Lê-se num documento médico da época:

"O amor, tendo abusado dos olhos como verdadeiros espiões e porteiros da alma, deixa-se deslizar docemente por um par de canais e caminha insensivelmente pelas veias até o fígado, imprime subitamente um desejo ardente da coisa que é realmente ou parece amável, acende a concupiscência e por este desejo começa toda a sedição (...) Vai diretamente ganhar a cidadela do coração, o qual, estando uma vez assegurado como o mais forte lugar, ataca depois tão vivamente a razão e todas as potências nobres do cérebro que ela se sujeita e se torna totalmente escrava".

"Recomendava-se alface para combater esse terrível mal".

Pronto, já sei como curar-me.

.:.

Vocês já sabem: estou sem paciência para fazer alguém rir.

.:.

Eu te amo, Fábio.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:53:15 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Junho 19, 2005

Meu final de semana foi incrivelmente diferente. Aliás, tira o "incrivelmente" e coloca "terrivelmente". Na sexta-feira POR CULPA DE DAVI! a gente perdeu o show de Star 61. Depois, POR CULPA DE DAVI, Monique me escrachou porque eu havia deixando a coitada plantada na Feirinha me esperando (a culpa do atraso foi dele, oras!). Meu humor, que já não é uma coisa a se brincar, ficou insuportável e eu sai descontando em todos à minha volta. Sobrou pra Monique, claro. Sobrou pra Fábio. Sobrou pra Davi. Sobrou pra Wilker. Só não sobrou pra Luis porque ele não estava ao meu alcance. ¬¬

Depois de me desculpar, eu... Ouxe, eu nem me desculpei! Ah, agora tá explicado o castigo! Fomos pro Bebe Blues e eu tive a sensação de que bebi o bar todo. Cheguei em casa e só deu tempo de dizer "Fábio, eu ACHO que vou vomitar". Acha, filha? Blooooooourrrghhhh! Coff! Coooooooff! Aahhhh! Coff... fff... Cof!

No outro dia, enquanto eu dormia, tive de ser removida do quarto de Fábio para o da mãe dele, porque o tio dele poderia querer usar o computador e não seria nada cristão que me pegasse com uma roupa de Fábio dormindo na cama dele. Com ele. Só que, quando acordei, o tio tava na sala vendo o jogo do vôlei do Brasil e eu tive que ficar presa no quarto, com fome, com sede, com medo! ueheheuhe Fábio foi cortar o cabelo e me abandonou! Quando o jogo acabou o tio de Fábio foi ainda assistir um DVD de Chico Buarque. "Pronto, vou definhar nessa cama". Eu toda borrada de maquiagem, cheirando a vômito, morrendo de ressaca, enjôo, com uma fome miserável e Fábio não tava ali nem pra me dizer o quanto eu tava feia. Tsc tsc.

À noite, chegamos atrasados no ensaio. Fomos à Feirinha tomar milkshake e conversar merda. Fábio quis ir pra casa dormir e eu continuei com Monique por lá. Foi quando as amadas lombrigas que eu cultivo dentro do meu ser começaram a dar sinal de vida. "Pronto, era só o que me faltava. Uma dor de barriga!" Dor de barriga é apenas um nome carinhoso àquela manisfestação de revolta que acontecia nas minhas entranhas. "Monique, eu ACHO que tô com dor de barriga." Tayuana ainda inventa de perguntar se dá pra eu agüentar. Foi quando minha barriga trovejou em sinal de "não, não dá". Fomos pra casa. Monique dirigindo e eu rezando. Me tornei cristã, rezei a Ave Maria; rezei até o Credo, apesar de não saber. Mas deu tudo certo. Acabou como a maioria das coisas acaba na minha vida: no banheiro.

Depois fomos assistir de novo Diários de Motocicleta. Triste demais. Triste demais. Primeiramente dá vontade de viajar, sair por aí, conhecer o mundo. Depois dá vontade de mudar o mundo! E depois, pra frustrar de vez, dá vontade de ter um Gael Garcia. Triste demais. =~


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 11:58:41 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Sábado, Junho 11, 2005

Homenagem a Fabinho que tá fazendo 24 anos hoje.

Sentem-se, minhas crianças. Vou contar-lhes uma história que aconteceu com a vovó há muito tempo atrás. A história de como o vovô conheceu a vovó. Naquela época existia uma coisa chamada internet...

Meus primeiros encontros com Fábio foram os mais desajeitados possíveis. Não fizemos absolutamente nada do convencional. Fizemos sexo em todos os lugares possíveis antes de pararmos numa cama. Mas, antes mesmo de conseguirmos a primeira, sofremos muito. Ah, tem um "x" no canto direito da tela pra quem não estiver à vontade.

Era uma bonita tarde de junho. Estávamos no Espaço Cultural e o encontro já estava acabando. Meus hormônios (desculpinha) já estavam incontroláveis, grudando no cabelo, me cegando! Eu preciasava fazer algo, a situação estava crítica. Rapidamente eu armei um plano maligno e carreguei Fábio pro banheiro. Pobre rapaz! Ah, sim, porque história com banheiro é comigo mesmo!

Eram 21h e o lugar estava fechando, não tinha ninguém no banheiro. Eu nem sabia o que a gente ia fazer lá dentro, mas eu tinha que fazer alguma coisa! Entramos, procuramos a cabine menos cagada e entramos nela. Com apenas um olhar, Fábio arrancou minha blusa e com um dedo apenas tirou meu sutiã. Estava tudo correndo bem, afinal de contas, qual é o normal de uma transa no banheiro? Eu nunca vi tanta mão em cima de mim, e era apenas um homem! iuahaiha Mas, antes que pudéssemos ir adiante, escutamos alguns passos ligeiros vindo em direção ao banheiro! Pânico total! Uma mulher entra na cabine da frente. Antes que eu pudesse pedir silêncio a Fábio, escutamos o maior e mais estrondoso peido de nossas vidas. Na verdade eu demorei pra entender o que era aquilo tudo. Só captei a mensagem quando veio o segundo. Este, bem pior que o outro, fez o chão tremer. O pior mesmo foi quando a mulher começou a gemer. "Aaaaah! Aaaaii, meu Deus!". Os gemidos eram seguidos de uma intensa desinteria. Parecia mais que a mulher ia se dissolver! Mas, pra quem me conhece, fica a pergunta: e as risadas? Bom, Fábio usou todas as mãos que ele tinha pra tapar minha boca. Mas a gente esperava a oportunidade certa, e, na hora em que ela soltava um peido, a gente ria. hehe

Eu já tava me acostumando com aquela situação. Não sei quanto tempo passei ali. Morríamos de rir a cada palavrão que ela soltava. "Puta que pariiiiu". "Ah, ah, meu Deus!". No final, quando ela acabou tudo, acho
que contemplou a obra, porque soltou um sonoro "CARAAAAAAI". Nessa hora não teve mão que desse conta, rimos tudo o que tínhamos pra rir. Quer dizer que aquele era o normal de se transar num banheiro! Tá anotado!

A doida saiu. E, como se não bastasse, mais passos em nossa direção. Uma voz de homem "tem alguém aí? vou fechar o banheiro!". Pronto! Agora deu! Eu fiquei desesperada, coloquei o sutiã na cabeça, vesti a blusa ao avesso e sai. Olhei prum lado, olhei pro outro. "Vem, Fábio". Fábio sai do banheiro com a cara mais lavada do mundo, apesar de eu não saber o que essa expressão significa. É então que eu reconheço nas sombras o vigia. Bom, a gente tinha que passar por ele pra poder sair. Eu não tinha mais dignidade mesmo! Não tinha nada a perder, então, dei a mão a Fábio, ergui a cabeça, dei boa noite ao vigia e sai. hehehe Ah, se vocês acham que eu fiquei traumatizada com banheiros, estão enganados. A minha primeira vez com Fábio (hihihi) finalmente aconteceu. Sim, num banheiro público. Não, não tinha gorda, mas eu estava meio... menstruada. Meio. hehehehe Mas essa é outra história...

Desespero + cara de pau = Luci e Fábio. ;)

Feliz aniversário, meu Amor. ;*


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 4:44:43 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Junho 26, 2005

A Veja serviu pra alguma coisa.

"Do fim do Renascimento ao século XVIII, o amor era tido como doença - uma infecção contraída pelos olhos, que se instalava no coração, escravizava o cérebro e poderia até levar à morte."

Lê-se num documento médico da época:

"O amor, tendo abusado dos olhos como verdadeiros espiões e porteiros da alma, deixa-se deslizar docemente por um par de canais e caminha insensivelmente pelas veias até o fígado, imprime subitamente um desejo ardente da coisa que é realmente ou parece amável, acende a concupiscência e por este desejo começa toda a sedição (...) Vai diretamente ganhar a cidadela do coração, o qual, estando uma vez assegurado como o mais forte lugar, ataca depois tão vivamente a razão e todas as potências nobres do cérebro que ela se sujeita e se torna totalmente escrava".

"Recomendava-se alface para combater esse terrível mal".

Pronto, já sei como curar-me.

.:.

Vocês já sabem: estou sem paciência para fazer alguém rir.

.:.

Eu te amo, Fábio.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:53:15 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Junho 19, 2005

Meu final de semana foi incrivelmente diferente. Aliás, tira o "incrivelmente" e coloca "terrivelmente". Na sexta-feira POR CULPA DE DAVI! a gente perdeu o show de Star 61. Depois, POR CULPA DE DAVI, Monique me escrachou porque eu havia deixando a coitada plantada na Feirinha me esperando (a culpa do atraso foi dele, oras!). Meu humor, que já não é uma coisa a se brincar, ficou insuportável e eu sai descontando em todos à minha volta. Sobrou pra Monique, claro. Sobrou pra Fábio. Sobrou pra Davi. Sobrou pra Wilker. Só não sobrou pra Luis porque ele não estava ao meu alcance. ¬¬

Depois de me desculpar, eu... Ouxe, eu nem me desculpei! Ah, agora tá explicado o castigo! Fomos pro Bebe Blues e eu tive a sensação de que bebi o bar todo. Cheguei em casa e só deu tempo de dizer "Fábio, eu ACHO que vou vomitar". Acha, filha? Blooooooourrrghhhh! Coff! Coooooooff! Aahhhh! Coff... fff... Cof!

No outro dia, enquanto eu dormia, tive de ser removida do quarto de Fábio para o da mãe dele, porque o tio dele poderia querer usar o computador e não seria nada cristão que me pegasse com uma roupa de Fábio dormindo na cama dele. Com ele. Só que, quando acordei, o tio tava na sala vendo o jogo do vôlei do Brasil e eu tive que ficar presa no quarto, com fome, com sede, com medo! ueheheuhe Fábio foi cortar o cabelo e me abandonou! Quando o jogo acabou o tio de Fábio foi ainda assistir um DVD de Chico Buarque. "Pronto, vou definhar nessa cama". Eu toda borrada de maquiagem, cheirando a vômito, morrendo de ressaca, enjôo, com uma fome miserável e Fábio não tava ali nem pra me dizer o quanto eu tava feia. Tsc tsc.

À noite, chegamos atrasados no ensaio. Fomos à Feirinha tomar milkshake e conversar merda. Fábio quis ir pra casa dormir e eu continuei com Monique por lá. Foi quando as amadas lombrigas que eu cultivo dentro do meu ser começaram a dar sinal de vida. "Pronto, era só o que me faltava. Uma dor de barriga!" Dor de barriga é apenas um nome carinhoso àquela manisfestação de revolta que acontecia nas minhas entranhas. "Monique, eu ACHO que tô com dor de barriga." Tayuana ainda inventa de perguntar se dá pra eu agüentar. Foi quando minha barriga trovejou em sinal de "não, não dá". Fomos pra casa. Monique dirigindo e eu rezando. Me tornei cristã, rezei a Ave Maria; rezei até o Credo, apesar de não saber. Mas deu tudo certo. Acabou como a maioria das coisas acaba na minha vida: no banheiro.

Depois fomos assistir de novo Diários de Motocicleta. Triste demais. Triste demais. Primeiramente dá vontade de viajar, sair por aí, conhecer o mundo. Depois dá vontade de mudar o mundo! E depois, pra frustrar de vez, dá vontade de ter um Gael Garcia. Triste demais. =~


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 11:58:41 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Sábado, Junho 11, 2005

Homenagem a Fabinho que tá fazendo 24 anos hoje.

Sentem-se, minhas crianças. Vou contar-lhes uma história que aconteceu com a vovó há muito tempo atrás. A história de como o vovô conheceu a vovó. Naquela época existia uma coisa chamada internet...

Meus primeiros encontros com Fábio foram os mais desajeitados possíveis. Não fizemos absolutamente nada do convencional. Fizemos sexo em todos os lugares possíveis antes de pararmos numa cama. Mas, antes mesmo de conseguirmos a primeira, sofremos muito. Ah, tem um "x" no canto direito da tela pra quem não estiver à vontade.

Era uma bonita tarde de junho. Estávamos no Espaço Cultural e o encontro já estava acabando. Meus hormônios (desculpinha) já estavam incontroláveis, grudando no cabelo, me cegando! Eu preciasava fazer algo, a situação estava crítica. Rapidamente eu armei um plano maligno e carreguei Fábio pro banheiro. Pobre rapaz! Ah, sim, porque história com banheiro é comigo mesmo!

Eram 21h e o lugar estava fechando, não tinha ninguém no banheiro. Eu nem sabia o que a gente ia fazer lá dentro, mas eu tinha que fazer alguma coisa! Entramos, procuramos a cabine menos cagada e entramos nela. Com apenas um olhar, Fábio arrancou minha blusa e com um dedo apenas tirou meu sutiã. Estava tudo correndo bem, afinal de contas, qual é o normal de uma transa no banheiro? Eu nunca vi tanta mão em cima de mim, e era apenas um homem! iuahaiha Mas, antes que pudéssemos ir adiante, escutamos alguns passos ligeiros vindo em direção ao banheiro! Pânico total! Uma mulher entra na cabine da frente. Antes que eu pudesse pedir silêncio a Fábio, escutamos o maior e mais estrondoso peido de nossas vidas. Na verdade eu demorei pra entender o que era aquilo tudo. Só captei a mensagem quando veio o segundo. Este, bem pior que o outro, fez o chão tremer. O pior mesmo foi quando a mulher começou a gemer. "Aaaaah! Aaaaii, meu Deus!". Os gemidos eram seguidos de uma intensa desinteria. Parecia mais que a mulher ia se dissolver! Mas, pra quem me conhece, fica a pergunta: e as risadas? Bom, Fábio usou todas as mãos que ele tinha pra tapar minha boca. Mas a gente esperava a oportunidade certa, e, na hora em que ela soltava um peido, a gente ria. hehe

Eu já tava me acostumando com aquela situação. Não sei quanto tempo passei ali. Morríamos de rir a cada palavrão que ela soltava. "Puta que pariiiiu". "Ah, ah, meu Deus!". No final, quando ela acabou tudo, acho
que contemplou a obra, porque soltou um sonoro "CARAAAAAAI". Nessa hora não teve mão que desse conta, rimos tudo o que tínhamos pra rir. Quer dizer que aquele era o normal de se transar num banheiro! Tá anotado!

A doida saiu. E, como se não bastasse, mais passos em nossa direção. Uma voz de homem "tem alguém aí? vou fechar o banheiro!". Pronto! Agora deu! Eu fiquei desesperada, coloquei o sutiã na cabeça, vesti a blusa ao avesso e sai. Olhei prum lado, olhei pro outro. "Vem, Fábio". Fábio sai do banheiro com a cara mais lavada do mundo, apesar de eu não saber o que essa expressão significa. É então que eu reconheço nas sombras o vigia. Bom, a gente tinha que passar por ele pra poder sair. Eu não tinha mais dignidade mesmo! Não tinha nada a perder, então, dei a mão a Fábio, ergui a cabeça, dei boa noite ao vigia e sai. hehehe Ah, se vocês acham que eu fiquei traumatizada com banheiros, estão enganados. A minha primeira vez com Fábio (hihihi) finalmente aconteceu. Sim, num banheiro público. Não, não tinha gorda, mas eu estava meio... menstruada. Meio. hehehehe Mas essa é outra história...

Desespero + cara de pau = Luci e Fábio. ;)

Feliz aniversário, meu Amor. ;*


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 4:44:43 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~