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minha vida é
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Ontem:


Desocupados:

Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005

Hoje eu descobri que sou fã de pobres. Bom, se eu não descobri, quero analisar aqui minha admiração por eles. Na verdade isso foi uma coisa que conclui nos 5 min passados. hehehe É que eu fiquei pensando nos meus vizinhos de agora e comparando com os vizinhos que eu tinha antes de me mudar.

Eu morava num bairro aqui de João Pessoa chamado Cristo Redentor. Um bairrinho pequeno e antigo [creio eu], daqueles em que o pessoal coloca as cadeiras na calçada e fica olhando a vida passar - a vida dos outros, claro. Bairro humilde, daqueles em que todo mundo se cumprimenta, se conhece pelo nome, e, principalmente, se ajuda. [...]

Na verdade eu não gostava muito dali não, porque todo mundo falava comigo, ficava perguntando como estava minha família. >/ Até teve um dia engraçado em que a véia que SEMPRE falava comigo quando eu passava, perguntou se minha mãe estava bem. Eu disse que ela tinha feito uma pequena cirurgia, mas que estava bem. A mulher se assustou, perguntou o que ela tinha. Aí eu fiquei tentando lembrar qual era o nome da cirurgia. Como não consegui, eu disse que não lembrava o nome. "Tá, mas ela fez o que?". Bom, eu REALMENTE precisava do nome, porque minha mãe tinha feito aquelas cirurgias que é pra... costurar a pelizinha da vagina que é cortada quando a mulher vai ter um filho. Uma pele entre a vagina e o ânus. Então, como minha mãe teve 4 filhos, acho que ela teve muito o que costurar. Eu só não iria chegar pra véia e dizer: "Ela precisou remendar a buceta". :/ Na dúvida eu disse que não sabia o que ela tinha feito. Pfff...

Maaaaaaas, a questão é que, quando a gente se mudou pro Bessa [bairro de praia e gente de nariz empinado], eu senti mesmo que tudo era diferente. Que o povo daqui adora um bate-boca. Basta dizer que minha vizinha do lado esquerdo disse numa briga aí [meu irmão havia jogado ração pro cachorro dela] que iria chamar a polícia, porque ela adorava um barraco. !!! hehehe

Mas eu gosto mesmo dos meus vizinhos da direita. hihihihi Em matéria de baixaria eles dão um show. Apresento-lhes a sra. Gasguita [eu não sei mesmo o nome dela], o sr. William e o guri, Guilherme. Gui. Eles são aquela típica família de um casal jovem que casou cedo demais e teve logo um filho. Eles passam o dia TODO brigando. Eu não sei onde eles arranjam tanta energia. A mulher é uma mala que só faz gritar e chamar o marido de porco - depois eu explico o porquê. O cara... bom, eu só sei o que ele fala porque ela repete tudo o que ele diz com uma interrogação no final. "Ah! 'Vai tomar no cu'? Vou não, seu bosta! Vai você!" hehehe Os diálogos são uma graça. Eles tem um sotaque forte do interior de São Paulo, o que torna a coisa mais engraçada. Ela começa:

- Vai comprar absorrrrvente pra mim, vai, seu buosssta.

Então, entra a pobre criatura de três anos:

- Sorrrvete? Eu quero sorvete!
- FALEI "ABSORRRRVENTE", GUI!

Hahaha! Bonitinho demais o guri. =} Quanto ao apelido de porco? Bom, eles têm uma mania de ficar humilhando um ao outro. "Você é uma fracassada que não faz nada". "Eu sou uma fracassada que não faz nada? E você, seu bosta, que só tem $ quando Fulano te empresta!". "Pelo menos eu passei em algum vestibular". "Você passou em algum vestibular? Hahaha! Tem até graça, bla bla bla". Na verdade eu estou sendo generosa com a estupidez que eu escuto, mas... teve uma frase dela lá que mexeu com a minha imaginação.

- Ecaa, William! VOCÊ COLOCA O NEGÓCIO NA BUNDA E DEPOIS CHEIRA? SEU PORCO!

Como as-sim? Meu Deus, o que ele colocou na bunda? O.o Enfim. Quando não é isso é algo do tipo "Num faz isso na frente do Guilherme que quando ele tiver 15 anos vai lembrar que o pai é um porco!". Hmmm... Suspeito... hehehe Mas eu não posso falar nada sobre baixaria, né? Eu tenho um exemplar bêbado de meia idade que acha que mora sozinho... no mundo.

Finalmente, após essa análise científica, eu declaro que eu não gosto mesmo é de gente. :D Nem as que passam o dia dando "bom dia", "boa tarde", "boa noite", nem aquelas que colocam "negócios" na bunda.

Obrigada.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 1:37:20 AM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Fevereiro 13, 2005

Ahhh! Esse povo que pensa que o Google é Deus. Bom, eu não descarto essa possibilidade, neam... Primeiro chega minha tia pedindo para eu entrar em não sei que site para ver não sei o quê. Tá bom. Depois, atrás dela, minha avó aguarda ansiosamente uma consulta com a neta que mexe com "aquelas coisas de internet". ¬¬ Ok.

Acho que eu nunca tive tanta pena de uma criatura quanto tive da minha avó ontem. Pra começar, quando ela chegou eu percebi o quanto ela estava estranha. Aí, lembrei que era por causa da nova dentadura dela. A outra machucava e tal, então, ela mandou fazer uma nova. Só que eu não sei o que aconteceu que a dentadura não "sentou" na boca da mulher, e agora ela tá tão engraçada! A dentadura fica meio pra fora! É assustador quando ela sorri! Fiquei tentando lembrar com o que ela tá parecendo, mas ela tá é mesmo a cara de um Orc. Putz! Igualzinho! Eu não consigo mais olhar pra cara da minha vozinha sem imaginar aquilo. hehehehe

Bom, depois das cenas terríveis que se projetaram na minha cabeça graças a dentadura macabra, veio o pedido que ela faria. "É que eu me correspondia com meu irmão que mora no Rio de Janeiro, mas ele se mudou e eu não sei o endereço dele. Ele também não me escreve, eu queria saber o que aconteceu...". Eu ia perguntar se ela já havia pensando na possibilidade dele estar... morto, mas, tive peninha dela. "A senhora quer que eu faça o quê?". Aí, ela perguntou se eu poderia descobrir o novo endereço da casa dele pela internet. Err... Arr... Bom, eu posso tentar, eu pensei. Foi aí que começou a viagem da velha. "É porque eu perguntei ao filho de Zizita o que fazer, aí ele disse que era pra eu descobrir o telefone de Faustão, porque Faustão encontrava esse povo desaparecido, mas eu sei lá o telefone de Faustão!". Como assim? Faustão Faustão? O da TV? Ouxe! "Mas, vovó... eu acho que Faustão...". Bom, melhor deixá-la se iludir mesmo. "Tá, vovó, eu não garanto encontrar o endereço, mas eu vou procurar direitinho". "Ah, que bom, porque se você encontrar, eu mando Fátima e Socorro pro Rio, porque é tudo pago, né?". "Como assim? Pago?". "É, Faustão paga tudo".

(!!!)

Passado o susto, a vontade de rir, eu disse a ela que tentaria achar o irmão dela sem demora. Então, estou aqui para fazer um apelo a vocês, hehehe. Caso vocês encontrem algum José Dantas Sobrinho andando por aí, diga que é para ele voltar pra casa que a irmã dele está esperando contato. :) Obrigada pela atenção, até mais.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:15:08 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Quarta-feira, Fevereiro 09, 2005

"Finalmente". Foi a palavra que saiu da boca de cada um ao ver que eu havia atualizado o blog. hehehe Desculpe, gente, mas é que é muita responsabilidade escrever algo depois do último post. Mas, se eu ficar nessa, não vou voltar a escrever nunca. E é só pensar que eu só escrevo besteira mesmo. Ficamos todos felizes assim. Eu escrevo, vocês leêm. :D

Ócio e preguiça... Foi no meio de tanta coragem de viver que saiu a idéia de Fábio e eu fazermos uma... redação? a partir de um título proposto por cada um ao seu adversário. hehehe Em 10 min, sem correções, cada um tinha que fazer um pequeno texto. O título que eu dei a Fábio foi "O bebê taradinho das cavernas", heuheuehe E eu fiquei com "Objeto vermelho e espelhado". Os textos são ridículos, mas se eu fizer vocês rirem o tanto quanto eu ri, hehehe ótimo! Ah, e julguem o melhor! Claro que é o meu... Humpf hehehe

Texto I - Autor: Fábio Ayres Viana

O bebê taradinho das cavernas

Certo dia, Deus decidiu pôr a Terra à venda. Logo apareceram alguns interessados naquele pequeno latifundio, o que fez com que Deus se apressasse em tornar a sua mercadoria mais atraente.

- O que você tem para nós, amigo? - perguntou um deles.
- Bom, creio que aqui temos um bom exemplo da riqueza dos nativos desse lugar, vejam. Nesta pequena moradia, um lugar fétido e mal iluminado, temos esta minúscula criatura, um anão, copulando com uma mulher. Agora quero que escutem o que ela dirá. É o suficiente, vocês ficarão convencidos, ouçam...

- Hmmmm... Isso! Vai, mais forte! Isso, meu amor... Meu gostoso... Meu bebê taradinho das caverna!


========

Texto II - Autora: Luciola Drummond Lispector

Objeto vermelho e espelhado

Agora que cresci e tornei-me mulher, tudo faz sentido. Ou pelo menos deveria. Aos 6 anos, andando pelas árvores daquele bosque sem fim, senti a mágica daquele lugar... Algo no chão, pequeno. Pequenino. Vermelho. Um líquido vermelho e ainda fresco reluzia sem fim a beleza daquele minúsculo objeto...Beijei-o, pus no bolso e, desde então, tal preciosidade tem sido um amuleto. Onde eu ia a sorte ia trás. Eu tinha um quê de mágica comigo.

Nunca mais voltei a floresta da minha infância e já havia desistido de saber que estranho objeto era aquele. Com a minha menarca, um susto! Agora que cresci e tornei-me mulher, tudo faz sentido. Aquele objeto vermelho e espelhado... era o absorvente usado de uma fada...


========

Pronto. hauhauahuahauahe Para votar em mim, liguem pra 0800-2005. Para votar em Fábio... Er... vocês não vão votar mesmo, então... hehehe 'kidding, babe! #)

Obrigado aos que se filiaram à Igreja Luciana hihihi Em breve teremos uma página na internet para dar suporte aos seguidores ávidos de conhecimento e compreensão. =D E, em breve também, o fotolog do meu mentor, Daniel de Castro. Sim, o perigoso publicitário que ajudou a elaborar meu mais antigo e audacioso plano: conquistar o mundo!


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:36:58 PM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005

Hoje eu descobri que sou fã de pobres. Bom, se eu não descobri, quero analisar aqui minha admiração por eles. Na verdade isso foi uma coisa que conclui nos 5 min passados. hehehe É que eu fiquei pensando nos meus vizinhos de agora e comparando com os vizinhos que eu tinha antes de me mudar.

Eu morava num bairro aqui de João Pessoa chamado Cristo Redentor. Um bairrinho pequeno e antigo [creio eu], daqueles em que o pessoal coloca as cadeiras na calçada e fica olhando a vida passar - a vida dos outros, claro. Bairro humilde, daqueles em que todo mundo se cumprimenta, se conhece pelo nome, e, principalmente, se ajuda. [...]

Na verdade eu não gostava muito dali não, porque todo mundo falava comigo, ficava perguntando como estava minha família. >/ Até teve um dia engraçado em que a véia que SEMPRE falava comigo quando eu passava, perguntou se minha mãe estava bem. Eu disse que ela tinha feito uma pequena cirurgia, mas que estava bem. A mulher se assustou, perguntou o que ela tinha. Aí eu fiquei tentando lembrar qual era o nome da cirurgia. Como não consegui, eu disse que não lembrava o nome. "Tá, mas ela fez o que?". Bom, eu REALMENTE precisava do nome, porque minha mãe tinha feito aquelas cirurgias que é pra... costurar a pelizinha da vagina que é cortada quando a mulher vai ter um filho. Uma pele entre a vagina e o ânus. Então, como minha mãe teve 4 filhos, acho que ela teve muito o que costurar. Eu só não iria chegar pra véia e dizer: "Ela precisou remendar a buceta". :/ Na dúvida eu disse que não sabia o que ela tinha feito. Pfff...

Maaaaaaas, a questão é que, quando a gente se mudou pro Bessa [bairro de praia e gente de nariz empinado], eu senti mesmo que tudo era diferente. Que o povo daqui adora um bate-boca. Basta dizer que minha vizinha do lado esquerdo disse numa briga aí [meu irmão havia jogado ração pro cachorro dela] que iria chamar a polícia, porque ela adorava um barraco. !!! hehehe

Mas eu gosto mesmo dos meus vizinhos da direita. hihihihi Em matéria de baixaria eles dão um show. Apresento-lhes a sra. Gasguita [eu não sei mesmo o nome dela], o sr. William e o guri, Guilherme. Gui. Eles são aquela típica família de um casal jovem que casou cedo demais e teve logo um filho. Eles passam o dia TODO brigando. Eu não sei onde eles arranjam tanta energia. A mulher é uma mala que só faz gritar e chamar o marido de porco - depois eu explico o porquê. O cara... bom, eu só sei o que ele fala porque ela repete tudo o que ele diz com uma interrogação no final. "Ah! 'Vai tomar no cu'? Vou não, seu bosta! Vai você!" hehehe Os diálogos são uma graça. Eles tem um sotaque forte do interior de São Paulo, o que torna a coisa mais engraçada. Ela começa:

- Vai comprar absorrrrvente pra mim, vai, seu buosssta.

Então, entra a pobre criatura de três anos:

- Sorrrvete? Eu quero sorvete!
- FALEI "ABSORRRRVENTE", GUI!

Hahaha! Bonitinho demais o guri. =} Quanto ao apelido de porco? Bom, eles têm uma mania de ficar humilhando um ao outro. "Você é uma fracassada que não faz nada". "Eu sou uma fracassada que não faz nada? E você, seu bosta, que só tem $ quando Fulano te empresta!". "Pelo menos eu passei em algum vestibular". "Você passou em algum vestibular? Hahaha! Tem até graça, bla bla bla". Na verdade eu estou sendo generosa com a estupidez que eu escuto, mas... teve uma frase dela lá que mexeu com a minha imaginação.

- Ecaa, William! VOCÊ COLOCA O NEGÓCIO NA BUNDA E DEPOIS CHEIRA? SEU PORCO!

Como as-sim? Meu Deus, o que ele colocou na bunda? O.o Enfim. Quando não é isso é algo do tipo "Num faz isso na frente do Guilherme que quando ele tiver 15 anos vai lembrar que o pai é um porco!". Hmmm... Suspeito... hehehe Mas eu não posso falar nada sobre baixaria, né? Eu tenho um exemplar bêbado de meia idade que acha que mora sozinho... no mundo.

Finalmente, após essa análise científica, eu declaro que eu não gosto mesmo é de gente. :D Nem as que passam o dia dando "bom dia", "boa tarde", "boa noite", nem aquelas que colocam "negócios" na bunda.

Obrigada.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 1:37:20 AM

Sua última chance:



~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Domingo, Fevereiro 13, 2005

Ahhh! Esse povo que pensa que o Google é Deus. Bom, eu não descarto essa possibilidade, neam... Primeiro chega minha tia pedindo para eu entrar em não sei que site para ver não sei o quê. Tá bom. Depois, atrás dela, minha avó aguarda ansiosamente uma consulta com a neta que mexe com "aquelas coisas de internet". ¬¬ Ok.

Acho que eu nunca tive tanta pena de uma criatura quanto tive da minha avó ontem. Pra começar, quando ela chegou eu percebi o quanto ela estava estranha. Aí, lembrei que era por causa da nova dentadura dela. A outra machucava e tal, então, ela mandou fazer uma nova. Só que eu não sei o que aconteceu que a dentadura não "sentou" na boca da mulher, e agora ela tá tão engraçada! A dentadura fica meio pra fora! É assustador quando ela sorri! Fiquei tentando lembrar com o que ela tá parecendo, mas ela tá é mesmo a cara de um Orc. Putz! Igualzinho! Eu não consigo mais olhar pra cara da minha vozinha sem imaginar aquilo. hehehehe

Bom, depois das cenas terríveis que se projetaram na minha cabeça graças a dentadura macabra, veio o pedido que ela faria. "É que eu me correspondia com meu irmão que mora no Rio de Janeiro, mas ele se mudou e eu não sei o endereço dele. Ele também não me escreve, eu queria saber o que aconteceu...". Eu ia perguntar se ela já havia pensando na possibilidade dele estar... morto, mas, tive peninha dela. "A senhora quer que eu faça o quê?". Aí, ela perguntou se eu poderia descobrir o novo endereço da casa dele pela internet. Err... Arr... Bom, eu posso tentar, eu pensei. Foi aí que começou a viagem da velha. "É porque eu perguntei ao filho de Zizita o que fazer, aí ele disse que era pra eu descobrir o telefone de Faustão, porque Faustão encontrava esse povo desaparecido, mas eu sei lá o telefone de Faustão!". Como assim? Faustão Faustão? O da TV? Ouxe! "Mas, vovó... eu acho que Faustão...". Bom, melhor deixá-la se iludir mesmo. "Tá, vovó, eu não garanto encontrar o endereço, mas eu vou procurar direitinho". "Ah, que bom, porque se você encontrar, eu mando Fátima e Socorro pro Rio, porque é tudo pago, né?". "Como assim? Pago?". "É, Faustão paga tudo".

(!!!)

Passado o susto, a vontade de rir, eu disse a ela que tentaria achar o irmão dela sem demora. Então, estou aqui para fazer um apelo a vocês, hehehe. Caso vocês encontrem algum José Dantas Sobrinho andando por aí, diga que é para ele voltar pra casa que a irmã dele está esperando contato. :) Obrigada pela atenção, até mais.


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:15:08 PM

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~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~~~º~~



Quarta-feira, Fevereiro 09, 2005

"Finalmente". Foi a palavra que saiu da boca de cada um ao ver que eu havia atualizado o blog. hehehe Desculpe, gente, mas é que é muita responsabilidade escrever algo depois do último post. Mas, se eu ficar nessa, não vou voltar a escrever nunca. E é só pensar que eu só escrevo besteira mesmo. Ficamos todos felizes assim. Eu escrevo, vocês leêm. :D

Ócio e preguiça... Foi no meio de tanta coragem de viver que saiu a idéia de Fábio e eu fazermos uma... redação? a partir de um título proposto por cada um ao seu adversário. hehehe Em 10 min, sem correções, cada um tinha que fazer um pequeno texto. O título que eu dei a Fábio foi "O bebê taradinho das cavernas", heuheuehe E eu fiquei com "Objeto vermelho e espelhado". Os textos são ridículos, mas se eu fizer vocês rirem o tanto quanto eu ri, hehehe ótimo! Ah, e julguem o melhor! Claro que é o meu... Humpf hehehe

Texto I - Autor: Fábio Ayres Viana

O bebê taradinho das cavernas

Certo dia, Deus decidiu pôr a Terra à venda. Logo apareceram alguns interessados naquele pequeno latifundio, o que fez com que Deus se apressasse em tornar a sua mercadoria mais atraente.

- O que você tem para nós, amigo? - perguntou um deles.
- Bom, creio que aqui temos um bom exemplo da riqueza dos nativos desse lugar, vejam. Nesta pequena moradia, um lugar fétido e mal iluminado, temos esta minúscula criatura, um anão, copulando com uma mulher. Agora quero que escutem o que ela dirá. É o suficiente, vocês ficarão convencidos, ouçam...

- Hmmmm... Isso! Vai, mais forte! Isso, meu amor... Meu gostoso... Meu bebê taradinho das caverna!


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Texto II - Autora: Luciola Drummond Lispector

Objeto vermelho e espelhado

Agora que cresci e tornei-me mulher, tudo faz sentido. Ou pelo menos deveria. Aos 6 anos, andando pelas árvores daquele bosque sem fim, senti a mágica daquele lugar... Algo no chão, pequeno. Pequenino. Vermelho. Um líquido vermelho e ainda fresco reluzia sem fim a beleza daquele minúsculo objeto...Beijei-o, pus no bolso e, desde então, tal preciosidade tem sido um amuleto. Onde eu ia a sorte ia trás. Eu tinha um quê de mágica comigo.

Nunca mais voltei a floresta da minha infância e já havia desistido de saber que estranho objeto era aquele. Com a minha menarca, um susto! Agora que cresci e tornei-me mulher, tudo faz sentido. Aquele objeto vermelho e espelhado... era o absorvente usado de uma fada...


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Pronto. hauhauahuahauahe Para votar em mim, liguem pra 0800-2005. Para votar em Fábio... Er... vocês não vão votar mesmo, então... hehehe 'kidding, babe! #)

Obrigado aos que se filiaram à Igreja Luciana hihihi Em breve teremos uma página na internet para dar suporte aos seguidores ávidos de conhecimento e compreensão. =D E, em breve também, o fotolog do meu mentor, Daniel de Castro. Sim, o perigoso publicitário que ajudou a elaborar meu mais antigo e audacioso plano: conquistar o mundo!


Postado por: Circo sem Futuro
Hora: 6:36:58 PM

Sua última chance:



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